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Aparelho auditivo - Como funciona
Em geral, os aparelhos auditivos fazem a captação de sons de um ambiente através de um ou mais microfones. Desse modo, o sinal sonoro do ambiente é convertido em impulso elétrico, que, a partir desse ponto, sofrerá uma amplificação e processamento, para se adequar às necessidades de cada usuário, individualmente.

Na sequência, o sinal, já totalmente processado, é “colhido” pelo receptor (alto-falante), que o converterá em um sinal acústico (movimento do ar), que seguirá, finalmente, para a área do conduto auditivo do usuário para vibrar a membrana timpânica. Conforme o aparelho, a entrega do som acontece através de um tubo e molde que se encaixa no conduto auditivo.

Certos modelos de aparelho auditivo contêm múltiplos microfones, o que facilita um melhor processamento do sinal sonoro; nesse caso, o que varia é o tipo de circuito, que é digital – assim como a maioria das peças produzidas atualmente.

As estruturas internas básicas dos aparelhos auditivos são: bateria, microprocessadores e os transdutores (microfones e receptor. Pode haver modelos que apresentem externamente os botões para ajuste de volume e de mudança de programa. A ponta da gaveta de pilha e entrada de microfone sempre estarão presentes – assim como a saída do som. Pode ser apenas um pequeno furo ou pode apresentar uma ponta de acoplamento acústico ou elétrico. Os de acoplamento acústico são os modelos “retroauriculares”, ou aqueles que ficam atrás da orelha.

Um tipo de apresentação de aparelho de surdez é o chamado intraural, ou localizado na área interna do ouvido. Esses dependem de uma cápsula feita sob medida, sendo único para cada indivíduo – da mesma forma que as necessidades e grau de perda auditiva de cada paciente é única e específica.

Os modelos atuais são bem avançados e de bom design; o que permite uma boa experiência de uso. O bom aproveitamento de sons ambientais e de fala faz com que o paciente ganhe vida nova, com a boa audição. Esta situação é fundamental para a retomada do bem-estar e autoestima (que já pode ter reduzido, se houver demora na protetização).

Para os aparelhos que processam o som digitalmente, tem a digitalização do som para o processamento digital e no final há a conversão do digital para o analógico para podermos ouvir; já que somos analógicos e o som também é analógico. Além disso, como os aparelhos que processam digitalmente são uma espécie de computador, há os programas ou softwares que é a parte virtual do aparelho auditivo.

Mesmo os aparelhos analógicos ou parcialmente digitais, o processamento do som é feito de forma a melhorar, a facilitar, a audição e a captura da fala. E é isto que faz a diferença fundamental de apetrechos eletrônicos que simplesmente amplificam o som para o deficiente auditivo.

O processamento do som é complexo e as empresas mais importantes do segmento investem milhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento para melhorar o processamento do som. Essa melhora não é em direção à fidelidade do som. A melhora é para os deficientes auditivos possam melhorar a audição com programas cada vez mais sofisticados (conceitos e algoritmos).

A boa audição é uma tarefa árdua e longe de atingir um nível satisfatório. Por mais sofisticado que seja o aparelho auditivo, o paciente não obtém uma adição de um jovem. Por outro lado, é gigantesco os benefícios que a tecnologia que os atuais aparelhos auditivos podem entregar aos pacientes. É por isso que os verdadeiros aparelhos auditivos possuem uma ampla faixa de recursos e os benefícios que se obtém depende muito das necessidades de cada paciente, do aparelho auditivo – e, principalmente, da empresa para selecionar, ajustar e acompanhar o paciente na protetização.

Como se adaptar ao aparelho auditivo
A adaptação ao aparelho auditivo não acontece da noite para o dia, assim como usar óculos ou usar aparelho dentário, isso requer tempo e hábito. E para que esse tempo seja mais curto, e você possa se acostumar com ele, veja algumas dicas abaixo:

– No começo você pode sentir coceira, o que é normal, não tire o aparelho por conta disso, a não ser que o incomodo seja grande.

– Recomenda-se que o usuário do aparelho auditivo se posicione de frente para a pessoa com quem esteja conversado e, caso use apenas um aparelho, faça com que a pessoa com que se está falando fique do mesmo lado em que se está o aparelho.

– Caso sinta dor ou perceba que o aparelho não está bom no seu ouvido ou orelha (a depender do modelo) volte até o especialista que o prescreveu para que ele possa estar analisando e, se preciso, fazer os ajustes necessários.

– Nos primeiros dias de uso tente não se expor a muitos barulhos ou sons alto demais, vá com passos largos. Comece conversando com uma pessoa, depois duas e siga assim, gradativamente.

– Por fim: use seu aparelho auditivo! Essa é a melhor de todas, afinal apenas com o uso constante você irá se adaptar ao aparelho auditivo.

O surgimento dos aparelhos auditivos
Existem registros que os primeiros aparelhos auditivos, surgiram há cerca de 500 anos.

Antigamente as pessoas que sofriam de perda ou deficiência auditiva, sofriam, pois as pessoas não compreendiam e julgavam elas como portadores de outras deficiências.

Foi preciso para controlar esse “preconceito”, que um monge nomeado de Pedro Ponce, estudasse e descobrisse que não havia não havia nenhuma relação entre surdez e deficiência mental.

Em 1950, Pedro Ponce virou tutor dos filhos surdos de um nobre, e ensinou leitura, escrita, contas e até mesmo a fala, fazendo a comunicação deles melhorar!

Os primeiros aparelhos eram grandes trombetas parecidas com um chifre, que eram fabricadas por materiais como madeira, conchas, com uma parte larga e aberta em uma ponta, que captava o som. As pessoas não queriam expor sua deficiência, então escondiam seu aparelho em diversos lugares da roupa, para ninguém ver.

Perto de 1940, os aparelhos já começaram a receber mudanças, e assim podendo ficar menores, cabendo nos bolsos, e em 1960 foi quando apareceu o surgimento do aparelho auditivo que está disponível até os dias atuais.

Com o avanço tecnológico todo o preconceito, está cada vez menor, lidando com a surdez como uma doença, não como algo impossível e triste, trata-se hoje em dia como uma condição que simplesmente, requer adaptação.

Porque desligar o aparelho auditivo antes de guardá-lo
Quando o aparelho auditivo não estiver em uso, é importante mantê-lo desligado.

Os aparelhos auditivos contém uma pilha que dura, alguns dias. O que ocorre é que, ao deixar seu aparelho ligado quando não está em uso, ele irá consumir a carga da bateria e, no momento em que isso acontece, o tempo de duração da bateria cai, fazendo com que se tenha que comprar novas pilhas mais cedo.

Sabemos que pilhas de boa qualidade para aparelho auditivos não são baratas e, sendo que a troca normal varia de 2 a 3 vezes num mês (isso com a pilha durando 10 ou 15 dias), ao deixar seu aparelho ligado você diminui o tempo de duração delas e aumenta os seus gastos.

Por isso aconselhamos: lembre-se de desligar seu aparelho antes de guardá-lo, você só tem a ganhar.

Vergonha ao usar aparelho auditivo
Apesar do avanço tecnológico para criar aparelhos auditivos modernos e alguns mais discretos, muitas pessoas ainda sentem desconforto em usar, pois não sabem como lidar com a indagação das pessoas e os olhares curiosos.

E esse problema é ainda maior no caso de adolescente e jovens, pois se sentem diferentes dos outros e tendem a perder a autoestima.

A primeira coisa que você deve fazer é expor a sua situação, não esconda, mostre que você usa aparelho auditivo para ter uma qualidade de vida melhor, tenha atitude e seja confiante, mostre que você pode fazer tudo como uma pessoa normal com o uso do aparelho auditivo.

Use um aparelho auditivo que seja do seu estilo, converse com o seu médico e veja se existe a possibilidade de personalizar o seu aparelho.

Outra coisa importante é interagir com outras pessoas que também tenham algum tipo de deficiência auditiva que usem aparelho e trocar experiências, isso ajuda muito nessas horas e você não vai se sentir sozinho no mundo.

Cuidados com o uso de aparelhos auditivos
Não basta apenas usar o aparelho para tratar a perda auditiva, é importante também realizar os cuidados e manutenções no seu aparelho auditivo para que ele esteja sempre em bom funcionamento.

Confira algumas dicas de cuidados com o uso do seu aparelho:

– Retire-o sempre antes de se deitar para dormir;

– Quando for tomar banho, ir à praia, piscina ou quando for à sauna, retire o aparelho auditivo e seque bem o cabelo e orelhas antes de colocá-lo;

– Evite que seu aparelho sofra quedas;

– Quando o aparelho auditivo não estiver sendo usado mantenha-o armazenado dentro do desumidificador, isso evita que o aparelho se danifique com a umidade;

– De tempos em tempos o seu aparelho deve ser levado para fazer ajustes e manutenções, não negligencie isso, pois é importante para manter o bom funcionamento do aparelho;

– Troque as pilhas seguindo a orientação quanto a duração delas (informe-se com seu fonoaudiólogo quanto a isso) e use pilhas adequadas e de boa qualidade.

Quando trocar os aparelhos auditivos
Os aparelhos auditivos tem um prazo para troca, poronta do desgaste que seus componentes terão com o tempo e do mau funcionamento que isso irá acarretar. E os principais vilões desse desgaste são a umidade e a poeira.

Mas afinal, qual a hora certa de fazer a troca do seu aparelho auditivo?

Alguns especialistas costumam dizer que a vida útil de um aparelho auditivo varia entre 4 a 6 anos, mas esse prazo pode ser estendido tanto quanto pode ser diminuído, isso depende de como você cuida dele.

Sinais de que seu aparelho auditivo precisa ser trocado:

– Desatualização e constantes reparos: se o seu aparelho precisa constantemente de conserto já está na hora de fazer a troca. Existem modelos mais atuais, pois a tecnologia dos AASI está sempre atualizando seus aparelhos e incluindo mais recursos, que geram melhor qualidade de vida aos usuários.

– O aparelho não funciona direito: muitas das vezes o problema auditivo do paciente tende a piorar com o tempo e o AASI atual não surte efeito de amplificação devido, para isso terá de ser feita a substituição.

É crucial fazer a avaliação com um especialista para que ele posa checar seu aparelho auditivo ver se é preciso realizar a troca.

Tipos de pilhas para aparelhos auditivos
As pilhas para aparelhos auditivos podem durar entre 5 a 25 dias, e isso depende muito do tipo de pilha que você usa no seu aparelho e também dos recursos que você utiliza, como Wireless ou mesmo aparelhos com maior potência.

Existem muitos tipos de pilhas para aparelhos auditivos, porém, os mais comuns são os tamanhos 10, 13, 312 e 675, cada uma tem duração média variada, e existem pilhas recarregáveis e Zinc-Air.

As pilhas recarregáveis duram em média 1 ano, mas são poucas as empresas que disponibilizam essas pilhas.

As pilhas Zinc-Air são descartáveis e de duração variada.

Uma dica é retirar o selo de proteção e aguardar de 1 a 2 minutos antes de inserir a pilha no aparelho auditivo. Outra dica importantíssima é, lembrar de retirá-la do compartimento quando o aparelho auditivo não estiver em uso, para não ocorrer vazamentos que podem danificar seu aparelho auditivo.

Assim que as pilhas acabarem, leve-as até uma de nossas unidades, para que seja descartada de forma correta, sem agredir o meio ambiente.

Excesso de cera no ouvido
A cera de ouvido é básica na atuação da proteção do canal auditivo. Com o ph ácido, a cera protege o ouvido contra corpos estranhos como, vírus, fungos e bactérias que podem causar infecções. Além de formar uma camada de proteção para pó e insetos. E, com a oleosidade da cera, evita-se o ressecamento do canal.

Contudo, o excesso de cera no ouvido pode causar problemas como coceiras, zumbidos e também a perda de audição. Pois, obstrui o canal auditivo e pode chegar até o tímpano.

Dicas para evitar que a cera se acumule ou não se aprofunde:

– Nunca use qualquer tipo de objeto para remover a cera do ouvido: palitos, canetas, lápis, cotonetes ou coisas semelhantes, isso pode empurrar a cera para dentro do ouvido e machucar seu tímpano, causando infecção.

– Use sua toalha de banho e evite deixar o ouvido molhado. Limpe somente o que está na parte de fora de ouvido, ou seja, apenas o que você consegue ver.

– Caso produza muita cera, não tente removê-la em casa. Visite um otorrino, pois somente ele poderá removê-la com segurança.

Perfuração do tímpano
Como é Causada?
Perfurações do tímpano são causadas por infecções do ouvido médio e lesões.
A perfuração causa dor de ouvido súbita, às vezes com sangramento no ouvido, perda de audição, ou ruído no ouvido.

Geralmente o tímpano se cura sozinho, mas às vezes é necessário um reparo cirúrgico.

O tímpano também pode ser perfurado por uma mudança súbita na pressão, tanto por:
Um aumento na pressão, como causado por uma explosão, uma pancada ou mergulho subaquático, uma diminuição na pressão, como ocorre durante voos em uma aeronave ou quando uma forte sucção é aplicada no canal auricular, uma grave lesão traumática da cabeça pode causar uma perfuração, particularmente se a base do crânio próximo ao ouvido estiver fraturada.

Sintomas
Uma grave infecção do ouvido médio suficiente para causar perfuração é geralmente muito dolorosa por causa do acúmulo de secreção infectada (pus). Em tais casos, a perfuração permite que o pus drene para fora do ouvido, aliviando a pressão e a dor.
A lesão do ouvido interno pode também causar vertigens (uma falsa sensação de estar se movendo ou girando). O pus pode começar a drenar do ouvido dentro de 24 a 48 horas, sobretudo se entrar água ou outro material estranho no ouvido médio.

Diagnóstico
Avaliação de um médico
O médico diagnostica a perfuração examinando o ouvido com um aparelho especial, chamado de otoscópio. Se possível, testes de audição formais são realizados antes e após o tratamento.

Fonte: msdmanuals

Mitos e verdades sobre implantes Cocleares
As principais dúvidas que surgem é a respeito da rotina, muitos temem não poder mais realizar as atividades costumeiras como: praticar esportes, lavar o cabelo, dentre outras coisas.

As atividades podem ser realizadas sem problemas, somente algumas como: usar secador ou aparelhos que causem baixa ou elevada temperatura na região do implante coclear devem ser evitadas, bem como evitar usar a parte externa do aparelho quando for nadar.

O segundo mito, que tem causado muitas dúvidas, é a respeito da cirurgia, onde muitos afirmam que o implante coclear é feito no cérebro, mas isso não é verdade. Ele é colocado na cóclea, ela fica localizada no ouvido interno e tem o formato de uma espiral.

Quando o assunto é o forno de microondas, não existe relatos de pessoas que tiveram problemas com ele, mas, em todo caso, manter 2 metros de distância quando o mesmo estiver ligado.

Outra questão muito importante é sobre os riscos do implante. Como em qualquer tipo de cirurgia, ela tem seus riscos, que são baixos. Alguns casos de mortes foram relatados, mas isso se deu por conta do paciente já apresentar algum problema de saúde e ele ter sido agravado com a cirurgia, ou seja, problemas de saúde que já vieram com o paciente.

Como cuidar da sua saúde auditiva
A prevenção é um dos melhores remédios para cuidar bem da sua saúde auditiva. Por isso, separamos algumas dicas importantes para você:

– Evitar sons altos (o recomendado é que o volume não ultrapasse os 85 decibéis);

– Não use fones de ouvido ou de cabeça por mais de 2 horas, pois seus ouvidos começaram a ficar cansados;

– Não use fones de ouvido em volumes altos;

– Evite ficar exposto a locais barulhentos por tempo prolongado;

– Nunca introduza palitos ou qualquer outro tipo de objeto no canal auditivo, pois poderá provocar irritação, infecção ou inflamação;

– Faça a higiene externa adequada e use cotonetes (hastes de algodão) para fazer a limpeza da parte do pavilhão e canal auditivo (jamais introduza o cotonete na parte interna do ouvido).

Cuidar da saúde auditiva nunca é demais.

Sinais para identificar a perda auditiva
Quanto mais cedo identificar a perda auditiva, melhor será para o indivíduo, para não se agravar o problema. Existem alguns sinais que devem ser observados para constatar se há ou não uma perda auditiva.

Lembre-se de que quem deve diagnosticar o indivíduo é um profissional médico, otorrino ou fonoaudiólogo, somente eles podem identificar o grau de perda auditiva e fornecer tratamento ou o aparelho auditivo correto, observar certos sinais irá ajudar a identificar o problema precocemente.

Alguns sinais de como identificar a perda auditiva:

– Dificuldade para entender certas palavras, como confundir “feio com veio” ou até “freio”, ou “sexta-feira com terça-feira”;

– Precisa que o volume de eletrônicos esteja alto para compreender o que é dito;

– Não conseguem ter uma conversa normal num lugar com barulho, como shopping, pois tem dificuldade em entender o que se fala;

– Para o indivíduo as pessoas a sua volta parecem não estar de maneira compreensível, parecem constantemente estar a murmurar;

– Certos sons parecem soar de maneira muito alta;

– Dificuldades de realizar uma conversa por telefone;

– O indivíduo pede para que seja repetido o que foi dito, pois não compreendeu;

– Algumas pessoas se queixam de ouvir zumbidos ou assovios.

Moldes para aparelhos auditivos
Os moldes para aparelhos auditivos são importantes para que o usuário fique mais adaptado e confortável com seu aparelho auditivo, pois são feitos exclusivamente para o tipo de canal auditivo de determinado paciente.

A confecção do molde para aparelhos auditivos é feita com base no formado do ouvido e da orelha do paciente, para isso são analisados a orelha e o canal auditivo do paciente, em busca de alguma anomalia, infecção ou acúmulo de cera ou quaisquer resíduos, para, somente assim, dar início a criação da peça.

Os moldes para aparelhos auditivos podem ser feitos tanto de acrílico quanto de silicone, são eles:

Molde tampão:
Ideal para proteger o ouvido da entrada de água, por ocasião de alguma infecção ou tratamento que esteja sendo feito, ou mesmo por conta de alguma inflamação do tímpano.

Molde concha:
Esse tipo de molde cobra toda a área do canal auditivo e proporciona um isolamento eficiente dos sons externos. Há também uma variável desse modelo, que é o concha escavada, uma opção para deixar o aparelho mais leve, pois remove uma maior parte do material do molde, o deixando mais cavado na área da concha.

Molde aberto:
Esse molde possui um tamanho reduzido, sendo indicado para pacientes com queixas de zumbido, pois conta com uma abertura chamada de ventilação, para mascarar os efeitos do zumbido, dando melhor qualidade de vida ao paciente.

Molde invisível:
Indicado para idosos, crianças ou pacientes com alguma mobilidade manual limitada. Esse molde oferece maior vedação no conduto auditivo e deixa uma pequena abertura na concha.

Molde invisível duplo:
Molde semelhante ao anterior, só que esse conta com duas hastes. Ele oferece bastante conforto, sendo indicado para pacientes com perda auditiva leve a severa, sendo bem prático para o paciente inseri-lo e retirá-lo da orelha.

Molde regular:
Esse molde é para aparelhos auditivos com receptor externo, onde geralmente ele é ligado a um aparelho de caixa que fica na parte externa do ouvido. Esse molde ocupa toda a concha da orelha.

Molde canal:
O mais discreto de todos. Esse molde, indicado para pacientes com perda auditiva leve e moderada, é super compacto. Ele não é ideal para perda auditiva severa por conta do seu tamanho e baixa potência de amplificação. Indicado para pacientes com canal auditivo longo.

A importância do exame de audiometria
O exame de audiometria é realizado pelo fonoaudiólogo ou pelo médico otorrinolaringologista (otorrino). O profissional utiliza uma cabine com isolamento acústico, ou mais modernamente, numa sala acústica. Todo o procedimento é indolor e não leva muito tempo.

O profissional utiliza um aparelho chamado audiômetro para realizar o exame. Com o exame de audiometria é possível identificar o grau de perda auditiva do paciente. O grau da perda é medido em decibéis para várias frequências, em cada ouvido.

Existem dois tipos de exames de audiometria:

Audiometria Tonal: mede a capacidade do paciente de identificar sons puros, que são emitidos em diversas faixas de frequência. A audiometria tonal pode ser feita por via aérea ou óssea.

Audiometria Vocal: avalia a capacidade do paciente de escutar e compreender a fala humana.

Nos dois casos o paciente precisa interagir ativamente com o especialista, respondendo aos testes realizados e, em alguns casos, respondendo a perguntas que o mesmo lhe fará.

Frequência do exame de audiometria

A audiometria é de importância para quem tem ou para quem não tem problemas auditivos. É também para quem desconfia de alguma alteração na sua audição. Sintomas decorrentes de uma lesão, infecção e traumas podem sugerir a necessidade do exame.

Além do acompanhamento ou da prevenção, o médico pode recomendar e prescrever o uso do aparelho de amplificação sonora individual (AASI).

A audiometria por via óssea dói?
O osso mastoide é um osso saliente localizado no crânio, atrás da orelha. A audiometria tonal por via óssea é um procedimento que não provoca nenhuma dor. Pois, o exame consiste na colocação de um leve vibrador sobre o osso mastoide para o paciente identificar as vibrações bem fracas.

Os sons que a vida pode oferecer
O prazer que você sente ao escutar sua música favorita, ao ouvir as primeiras palavras do seu filho, as declarações de amor da pessoa amada, todos esses sons, que a vida nos oferece, não nos podem ser privados. É por isso que a audição é importante em todas as fases da nossa vida.

Muitas vezes esquecemos de uma coisa e, ao ouvir a voz de alguém ou alguma música, nos lembramos rapidamente pelo ouvir. Como seu animalzinho de estimação que escuta você chegar e com alegria vai recebê-lo, pois ele se lembra dos seus passos.

A perda auditiva pode ocorrer tanto em adultos quanto em crianças e é algo que não provoca dores, somente alguns efeitos como zumbidos e em alguns casos tonturas. Na maioria dos casos a pessoa não perde completamente a audição, e sim tem um certo grau de perda auditiva.

Como os AASI podem ajudar a quem tem problemas de audição?
Os AASI funcionam com um circuito interno, circuito esse composto por componentes que amplificam os sons externos, transmitindo esses sons de forma clara e concisa para o usuário do aparelho.

Para cada tipo de perda auditiva existe um aparelho auditivo específico. Além de serem programados de acordo com o grau de dificuldade de escuta do paciente, ainda existem opções de escolha do que melhor se adaptará ao seu tipo de ouvido, para não causar desconforto.

Os benefícios que os aparelhos auditivos podem trazer à vida de quem tem problemas de perda de audição são enormes, e somente quem tem esse problema pode explicar a felicidade que recebe ao voltar a ouvir bem e melhor.

A importância dos desumidificadores para os Aparelhos Auditivos
Quase todo aparelho eletrônico deve ser mantido longe da umidade para não danificar o circuito eletrônico e digital. Com o aparelho auditivo não é diferente. É por isso que os desumidificadores são importantes.

O uso do desumidificacor é parte da conservação para manter o aparelho sempre em bom funcionamento, evitando queima ou corrosão do circuito ou a redução da vida útil.

Por mais que o aparelho tenha alguma proteção contra água, ainda não existe aparelho totalmente à prova d’água. Pois, todo aparelho auditivo precisa de aberturas para a entrada e saída do som. Além disso, precisa também de troca de bateria, mesmo que seja recarregável.

Após o aparelho auditivo ser utilizado, guardar o aparelho dentro do pote que contém a sílica gel (desumidificador). As pedrinhas da sílica gel são higroscópicas (tem afinidade pela água) e retira a umidade do ar que está no pote – e consequentemente retira a umidade que tiver no aparelho.

A sílica gel muda de cor ao ficar saturada de umidade e deve ser trocada para manter o aparelho sequinho. A duração da sílica gel é em torno de 6 meses – se só abrir o pote da sílica gel nos minutos para guardar e retirar os aparelhos.

Sempre que o aparelho não estiver sendo utilizado, colocá-lo no pote, guardar com a gaveta de pilhas aberta.

A Audição das Crianças
Ao contrário do que algumas pessoas pensam, as crianças podem sim sofrer de problemas de perda auditiva e muitas vezes os pequenos não sabem se expressar para dizer o que estão sentindo. Então fique atento a qualquer sintoma ou queixa que eles venham a ter, pois a audição é um fator importante para o desenvolvimento da fala nas crianças.

Os problemas auditivos em crianças podem ter sido desencadeados durante a gestação, como a mãe ter fumado, bebido ou mesmo ter contraído uma doença infecciosa como rubéola ou citomegalovírus. Após o nascimento o bebê pode, por exemplo, ter contraído algum vírus como caxumba, meningite ou inflamações.

Para alguns casos são indicados aparelhos auditivos para crianças, assim o pequeno terá a possibilidade de ouvir outra vez e ter uma vida melhor.

Como perceber que uma criança tem problemas auditivos?

Atualmente, o teste da orelhinha é o principal indicador para isso. E, é feito obrigatoriamente nas maternidades ao recém-nascido.

Existem também outros fatores que podem ser analisados pelos pais e profissionais da saúde:

– Observar se há demora para a criança desenvolver a fala;

– Realizar o exame de audiometria, encaminhado pelo médico otorrinolaringologista;

Os aparelhos auditivos para crianças devolverão a alegria de escutar a voz dos seus papais, avós e ouvir os sons que farão sua infância mais feliz, e quanto mais cedo for feito o procedimento melhor será para os anos seguintes da criança.

Os aparelhos auditivos contam com uma sofisticada eletrônica que amplifica os sons do ambiente, gerando ondas sonoras mais adequadas no canal do ouvido.

Perda auditiva - tipos, causas e soluções
A audição é um dos bens mais inestimáveis da humanidade, pois é através dele que desenvolvemos a habilidade de comunicação, e nossos ouvidos não descansam nem mesmo ao dormirmos. Mas, em alguns casos esse bem pode ser confiscado, tendo esse confisco o nome de perda auditiva.

Os níveis normais de audição são de 0 a 25dB;
Perda auditiva leve de 26 a 40dB;
Perda auditiva moderada de 41 a 70dB;
Perda auditiva severa de 71 a 90dB;
Perda auditiva profunda acima de 91dB.

A perda auditiva acomete pessoas de todas as faixas etárias, e existem diferentes tipos, resultantes de vários fatores distintos.
A seguir conheceremos alguns tipos de problemas auditivos e suas devidas soluções.

Perda auditiva Condutiva:
A mais comum delas, a perda auditiva condutiva são danos acometidos na parte do ouvido externo, geralmente são efeitos moderados, como zumbidos, dificuldade para ouvir sons mais baixos, e podem ter efeito temporário, bastando o uso de medicamentos receitados pelo profissional médico ou mesmo algum tratamento ou, em alguns casos, pela cirurgia. O uso de aparelho auditivo pode ser essencial para auxiliar durante a recuperação da audição nesses casos.
Algumas causas dessa perda auditiva:
– Acumulo de cera formando tampões;
– Inflamações no tímpano;
– Algum corpo estranho na parte do canal auditivo;
– Infecção no ouvido médio ou externo;

Perda auditiva neurossensorial:
Esse é o tipo de perda de audição permanente, onde somente o uso de AASI ou implante podem ser a solução.
Quem possui esse tipo de perda auditiva não pode ter sua audição de volta. Mas não há nada que impeça uma pessoa de viver uma vida plenamente, e com alegria. Com o uso de aparelhos de amplificação sonora (AASI), e em alguns casos a cirurgia, a perda auditiva neurossensorial tem solução e o indivíduo pode ter uma vida normal. Quem possui esse tipo de perda auditiva deve buscar um médico o quanto antes.
A perda auditiva neurossensorial é resultante de fatores como:
– O uso prolongado de fones de ouvido em intensidades elevadas;
– Quem está com Caxumba ou meningite;
– Pode ser transmitida da mãe para o bebê, caso a mãe tenha rubéola;
– Uso excessivo de certos medicamentos, como antibióticos, aspirina, etc;

Perda auditiva mista:
É a junção dos dois tipos de perda auditiva: condutiva e neurossensorial. Esse tipo caracteriza-se pelo som não ser enviado corretamente para o ouvido interno e, quando esse som não efetivo chega ao ouvido interno, não conseguem alcançar o cérebro.
Perda auditiva neural
Neste caso o som é sim conduzido corretamente pelo canal auditivo até o ouvido interno, mas ao chegar ao nervo auditivo, esse não consegue transmitir as vibrações para o cérebro, ou mesmo alguma alteração no sistema nervoso central faz com que o som não chegue até o cérebro. Neste caso os aparelhos auditivos e implantes cocleares não surtem efeito. Podendo ser utilizado, de forma terapêutica, um Implante Auditivo de Tronco Cerebral (ABI).
Fatores que causam a perda auditiva neural:
– Tumores;
– Problemas cerebrais;
– Traumatismos cranianos;

Para qualquer tipo de problema o indicado é procurar um médico, nunca tente se automedicar. perda auditiva é uma doença que, na maioria dos casos, pode ser tratada com o uso de AASI ou cirurgias e implantes realizados por profissionais da área.

Para compreender melhor a audição
A capacidade de transformar ondas e vibrações no ar e transformá-las em sinais codificados para compreensão do cérebro é a função do sistema auditivo.

As ondas sonoras chegam até o ouvido e no tímpano ocorre a primeira alteração física para iniciar o processo de compreensão do som. Nos seres humanos é possível dividir o ouvido em algumas partes.

Ouvido externo
Ouvido médio
Ouvido interno

Problemas no ouvido interno podem prejudicar parcial ou totalmente a captação do som. Geralmente quando no ouvido externo ou médio os casos são reversíveis totalmente ou parcialmente. Existem casos em que é necessária a utilização de aparelhos auditivos para amplificar e direcionar o som.

Detalhes do ouvido externo: Esta porção do sistema de reconhecimento de sons é responsável por conduzir os ruídos até a parte da compreensão. É composto por toda parte externa do ouvido e canal auditivo que realizam a função de funil.

Detalhes do ouvido médio: Tem início com o tímpano, que é uma membrana fina que vibra com o som propagado e levado até ele. Este movimento timpânico é passado para um conjunto de três pequenos óssos:
Martelo
Bigorna
Estribo
Estes ossículos possuem função de transformar as vibrações do tímpano em pressão que é amplificada por outra parte chamada cóclea. Nela está um fluido que liga ao ouvido interno.

Detalhes do ouvido interno: É composto pelo sistema vestibular e cóclea. Aqui as ondas do fluido interno da cóclea são transmitidas para células sensíveis chamadas órgão de Corti. Este aparato transforma as ondas em impulsos nervosos e então o cérebro as compreende. O sistema vestibular, citado, é responsável pelo equilíbrio.

O mercado de aparelhos auditivos e sua função social
Dos primeiros aparelhos ao de hoje, o objetivo das marcas especializadas sempre foi o conforto e a inclusão do deficiente auditivo, sendo esse o motor e a função de todo esse progresso.

Temos atualmente um mercado especializado na área, que oferece ampla variedade de marcas e modelos de aparelhos e acessórios, que atendem diferentes níveis de déficit de audição e a diferentes públicos.

No Brasil, as poucas empresas que oferecem o serviço de vendas nesse mercado oferecem uma gama ampla de opções ao consumidor. Além disso, o crescimento do mercado está trazendo novos investidores para o ramo.

Com os avanços da medicina e o aumento da longevidade geral, os idosos, parte considerável do público consumidor desse mercado, passaram a formar uma maior parte da população ativa. Além de termos mais pessoas vivendo mais tempo, essas pessoas, os atuais idosos, buscam qualidade de vida e inclusão na sociedade. Isso fez com que o mercado crescesse e buscasse atender as demandas específicas desse público.

O público jovem, entretanto, também foi atendido pelo mercado de aparelhos auditivos, e uma série de modelos customizados foi lançada, alguns feitos especificamente para crianças, em seus tamanhos e cores, e outros feitos atender diferentes personalidades e estilos de vida.

Além dos aparelhos propriamente ditos, vários acessórios a eles complementares são oferecidos pelas marcas. Os acessórios incluem os utilitários, como pilhas, de várias qualidades e potências, carregadores e afins. Há também acessórios que permitem conexão do aparelho em Bluetooth, testes auditivos via aplicativos por celulares, e aparelhos especiais. Há, enfim, um mercado amplo voltado para a inclusão dos clientes à sociedade.

Os Benefícios Do Uso De Aparelhos Auditivos
Ainda que os aparelhos auditivos não possam “curar” o rebaixamento auditivo, proporcionam benefícios com uma amplificação adequada, e ajudam as pessoas com perda de audição.

Se o seu caso é de aparelho auditivo não há razão para preconceitos quanto ao uso de próteses auditivas se pensarmos que os benefícios ao usuário de uma prótese perfeitamente ajustada são imensos. O aparelho auditivo ajusta os sons de modo a compensar eventuais deficiências auditivas.

Com o avanço tecnológico, já podemos contar com aparelhos digitais modernos. Eles representam um grande avanço e nos ajudam a adaptar aparelhos cada vez mais personalizados, contribuindo com a melhoria da qualidade de vida das pessoas com perda de audição.

A deficiência auditiva atrai mais atenção do que o uso de aparelhos auditivos e os efeitos causados pela dificuldade de audição são mais graves, profundos e permanentes do que a eventual percepção das pessoas que utilizam próteses.

A boa audição é uma condição não apenas de saúde auditiva, mas também de qualidade de vida!

Os principais indícios de perda auditiva
Como identificar que uma pessoa está começando a apresentar indícios de que desenvolverá a perda auditiva e necessitará de aparelho auditivo? Seria uma tarefa simples? Pode ser que sim, ou não, uma vez que a perda auditiva é algo bem sutil, sendo raros os casos em que se instala de uma hora para a outra. O comum é a deficiência auditiva ir surgindo, pouco a pouco, na vida do indivíduo e, então, quando se dá conta, nem aparelhos auditivos conseguirão compensar esse processo, que é degenerativo, em boa parte dos casos.

Pense em algumas das questões a seguir, se costumam ocorrer com você, ou uma pessoa próxima:

É frequente que você solicite a repetição das falas de outras pessoas?
Amigos e/ou familiares costumam chamar a atenção para uma possível necessidade de aparelho de surdez?
Tem a tendência a aumentar, de maneira excessiva, o volume de televisores ou aparelhos de rádio?
Sente que é difícil a concentração em uma conversa, quando ocorre em meio a ambientes muito barulhentos?
Percebe ser difícil entabular conversas com vários interlocutores ao mesmo tempo?
Acha problemático localizar a origem e/ou direção de um som no ambiente?

As questões acima fazem parte de um questionário simples sobre problemas de audição. Portanto, caso você tenha apresentado respostas positivas a, pelo menos, três das questões, é altamente recomendado buscar apoio de um médico otorrinolaringologista, que poderá identificar se essa perda realmente ocorre e qual o seu nível real, para indicar o tipo de tratamento específico, que pode envolver, ou não, o uso de aparelhos auditivos para compensação da deficiência auditiva.

Sempre é importante ressaltar que se trata de um problema que ocorre, em geral, de forma sutil, sendo de difícil detecção por uma pessoa leiga; portanto, a ida ao consultório médico é ainda mais importante, para que, caso tal situação se confirme, possa ser acompanhada e remediada, o quanto antes. Lembre-se, embora haja estigmas relacionados a aparelhos auditivos, esses são instrumentos que representam qualidade de vida a todo usuário com déficit auditivo.

Zumbido e o Aparelho de Ouvido
Os aparelhos auditivos podem ser utilizados para não ouvir o zumbido.

Contraditoriamente, aparelhos auditivos podem fazer com que uma pessoa deixe de ouvir.

O zumbido, conhecido por tinnitus, afeta 278 milhões de pessoas no mundo e 28 milhões no Brasil. E, uma a cada cinco pessoas sofrem de algum grau de tinnitus.

Para alguns casos, os aparelhos auditivos podem servir para reduzir o zumbido. Em geral, são utilizados aparelhos auditivos mais específicos.

É dito que “o tinnitus é um sintoma e não uma enfermidade”. Portanto, é importante uma verificação médica para descobrir as causas do zumbido. Um em cada 20 casos, o zumbido prejudica as atividades normais de concentração, raciocínio e memorização. O nível do incômodo pode provocar depressão. São mais de 200 causas que podem provocar o zumbido. Portanto, não é uma questão simples ou bem definida.

Uma definição de tinnitus é a percepção de som (os sons variam, conforme a pessoa) em um ou ambos os ouvidos ou que parece vir de dentro da cabeça, sem uma fonte sonora externa. O zumbido pode ser intermitente ou constante. E, o nível do ruído pode ser desde o muito baixo até o insuportável.

Uso de Dois Aparelhos Auditivos
A audição normal nos permite saber se um som vem da direita ou esquerda, além da sua distância. O correto ajuste que ocorre em uma amplificação bilateral permite que o cérebro trabalhe mais naturalmente, ajudando a compensar as deficiências e o desequilíbrio dos ouvidos.

Veja as principais vantagens do uso de dois aparelhos auditivos para perda de audição bilateral relativamente à audição monaural:

1. Mantêm ambos os ouvidos ativos. Os ouvidos em uso possuem a habilidade de escutar e os sistemas auditivos (inclusive o cérebro) ativos (sem a utilização de uma parte do sistema auditivo, passamos a “desaprender” o processamento e a compreensão dos sons).

2. Proporciona melhor sensação de equilíbrio e conforto (exige menor amplificação de cada lado, reduzindo estridência e distorção, o que proporciona menor esforço e maior conforto).

3. Melhora a noção de direção e localização da fonte sonora (efeito estéreo: direção e distância).

4. A melhora da qualidade sonora aumenta o entendimento da fala, inclusive em ambientes ruidosos (que por sua vez, melhora a conversação e a integração em mais ambientes).

5. Permite ouvir sons mais baixos e mais distantes (a amplificação total é maior e ainda utiliza a sensibilidade de dois ouvidos).

6. Os sons são mais facilmente distinguíveis (identificação e reconhecimento da fonte sonora ocorrem de forma mais fácil).

7. Aproximadamente 50% das pessoas com zumbido em seus ouvidos relatam melhora deste sintoma quando utilizam dois aparelhos auditivos (o uso de aparelho auditivo faz com que o usuário não perceba o zumbido no ouvido protetizado).

8. A maioria das pessoas prefere usar dois aparelhos auditivos a apenas um aparelho, quando elas possuem perda auditiva em ambos os ouvidos (usuários de audição bilateral expressam maior nível de satisfação).

9. Mesmo com dois aparelhos, o usuário protetizado não atinge a audição normal. (Portanto, com apenas um aparelho, a distância em relação à normalidade é ainda maior, em relação ao uso de dois aparelhos auditivos).

10. A audição bilateral amplia a faixa de frequências sonoras recebidas e entendidas (a ampliação da faixa de frequência contribui para a melhora da compreensão das palavras).

Teste Domiciliar
A principal função do teste domiciliar é proporcionar ao paciente estar em seu ambiente de escuta e observar as mudanças auditivas proporcionadas pelo aparelho auditivo.

Você levará seu aparelho auditivo para casa onde utilizará por alguns dias, para comprovar os benefícios no seu dia a dia e para relatar à seu fonoaudiólogo quais as situações mais difíceis de compreensão.

Você voltará em consulta com seu fonoaudiólgo para que ele possa realizar testes e modificar regulagens para que sua adaptação possa sempre ser a melhor possível.

Perceber as melhoras em suas experiências de comunicação, oferece segurança àqueles pacientes resistentes ao uso de aparelhos auditivos, uma vez que não tem que adquirir os aparelhos antes de saber como é ouvir novamente.

O teste prévio é um excelente mecanismo para que o paciente perceba a diferença de ouvir bem no seu dia a dia.

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